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Volume 1, Número 2 
PO Box 9999, Van Nuys, CA 91409
world_board@na.org
Outubro de 1998

Neste número:
Saudações do vosso Conselho dos Serviços Mundiais
Sugestões recebidas
Quais são as publicações dos Serviços Mundiais de NA, e quais os seus propósitos?
Bem-vindos a Los Angeles
Quem somos, o que fazemos, e como o fazemos?
A comunicação é a nossa principal prioridade!
Conhecer a nova equipa: o PRH
Co-facilitador da WSC
Relatórios, relatórios, e mais relatórios
Grupos de trabalho novos e existentes FIPT
O WSO e as auditorias
Pontos diversos
Um agradecimento final


Saudações do vosso
Conselho dos Serviços Mundiais 
Bem-vindos ao segundo número do Boletim Informativo dos Serviços Mundiais de NA (“NAWS News”). Estes boletins, que abrangem as discussões e as decisões do Conselho dos Serviços Mundiais (WB) - (“World Board”; no Brasil: “Quadro Mundial”), serão redigidos depois de cada reunião do conselho, não como substitutos das actas mas, como descrição geral das actividades do WB. O boletim é traduzido em quatro línguas. Por isso esperamos que se mantenha fácil de compreender e fácil de traduzir, e que continue a incluir toda a informação relevante.

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Sugestões recebidas
Um agradecimento muito grande a todos aqueles que nos deram sugestões e opiniões relativas ao primeiro número do boletim NAWS. Recebemos cartas de pessoas de muitas comunidades diferentes, com variados pontos-de-vista – algumas queriam mais pormenores sobre a nossa actividade; outras mostravam-se satisfeitas pela forma como o boletim era fácil de ler e de traduzir. Uma coisa que as cartas tinham em comum era um desejo de receberem notícias do Conselho dos Serviços Mundiais e de se aumentar a comunicação.

O conselho está totalmente de acordo com os vossos pedidos para uma maior comunicação. Tal como verão mais à frente neste número, a questão da comunicação é tão importante para nós, a todos os níveis, que fizemos dela a nossa principal prioridade.

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Quais as publicações dos
Serviços Mundiais de NA,
e quais os seus objectivos? 

A revista “NA Way”- publicada quatro vezes por ano, enviada a todos os grupos registados e a membros que assim o desejem. A “NA Way” é a publicação da irmandade. Traduzida em quatro línguas (francês, alemão, português e castelhano).

“Boletim informativo NAWS” - publicado após cada reunião do Conselho dos Serviços Mundiais e enviado aos Participantes da WSC (Conferência Mundial de Serviço), e a Comités de Serviço Regionais e de Área. O boletim contém informação actualizada sobre as actividades do Conselho. Traduzido em quatro línguas.

Relatório da Agenda da Conferência (CAR) - publicado noventa dias antes da reunião anual da WSC, contém informação sobre assuntos a colocar à consideração da irmandade, para sua decisão. Enviado gratuitamente a todos os Participantes da WSC e Comités Regionais de Serviço, e à venda para quem o deseje. O corpo do CAR é traduzido para cinco línguas (as quatro acima referidas, mais o sueco).

Relatório da Conferência - publicado três ou mais vezes por ano, incluindo o Relatório da WSC, contém informação sobre actividades da conferência e prazos, e relata sobre todos os órgãos da conferência. Enviado a participantes da conferência e comités regionais de serviço, pode também ser enviado a assinantes.
Actualizações Financeiras Trimestrais - publicado cada trimestre, este relatório informa sobre os rendimentos e as despesas dos serviços mundiais durante o trimestre anterior. Também inclui as actividades com viagens planeadas e efectuadas. Enviado aos participantes da conferência.

“Meeting by Mail” (Reuniões por correio) - publicado e enviado a membros do Grupo de Adictos em Isolamento.

“Reaching Out” - publicado quatro vezes por ano e enviado a subcomités locais de H&I e a membros em instituições. Exemplares em quantidade são enviados a assinantes.


 

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Bem-vindos a Los Angeles
8 a 10 de Outubro de 1998
A ordem de trabalhos da reunião do Conselho dos Serviços Mundiais era extensa e assustadora; gastámos três longos dias em discussões. Todos os membros do conselho estiveram presentes e começámos com um exercício destinado a ligar-nos enquanto equipa e a afirmar os nossos objectivos e sonhos comuns para o conselho e para NA como um todo.

Chegámos à conclusão de que tanto os exercícios para criar espírito de equipa, como as sessões de partilha no fim de cada dia, aumentam a qualidade das nossas discussões e lembram-nos de manter uma base espiritual em tudo o que façamos enquanto comité. 
Foi na nossa primeira reunião que decidimos por consenso a nossa participação regular nesses exercícios.

Na primeira reunião também havíamos pedido ao nosso Comité Executivo que olhasse para todas as tarefas em curso, para os projectos iniciados anteriormente e para os assuntos que nos foram confiados pela conferência, e que nos apresentasse as suas recomendações. Quando começámos a ver o material resultante da reunião que tiveram com a Direcção Executiva dos Escritórios dos Serviços Mundiais (WSO), compreendemos que a maioria dos serviços providenciados pelo WSO podem ser considerados de “rotina”, dado serem levados a cabo por eles de uma forma contínua. (Em cada conferência é distribuída uma lista de tarefas de rotina, que também poderá ser obtida dos escritórios.) Além disso, algumas funções do nosso conselho tiveram que ser mantidas, tal como o Comité Executivo, o grupo de trabalho de Avaliação das Traduções, o grupo de trabalho do boletim “Reaching Out”, e o Comité Editorial da revista “NA Way”, deixando-nos com dezassete (17) áreas gerais de responsabilidade e tarefas específicas, que tivemos de ordenar por prioridade.

Alguns de nós vinham preparados para lidar com as tarefas à nossa frente e iniciar de imediato o desenvolvimento dos vários comités, enquanto outros achavam que era preciso continuarmos a avançar, o conselho como um todo, para não nos deixarmos esmagar pelo detalhe, e para que pelo caminho não perdêssemos de vista o contexto mais largo. Precisávamos de ver qual seria a forma mais eficaz de utilizar os nossos recursos, e quais os pontos que iríamos ou não conseguir completar neste ano da conferência. Depressa concluímos que, embora pudéssemos dividir-nos em comités, precisávamos de ver com mais cuidado o propósito e a função do WB.

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Quem somos, o que fazemos,
e como o fazemos?
Através dos nossos vários exercícios para criar um espírito de equipa, verificámos que as discussões podem ser mais eficazes em grupos mais pequenos do que no conselho na sua totalidade, de dezoito membros. Decidimos dividir-nos em três grupos e tentar responder às mesmas perguntas. Estas incluíam: “O que é que significa administrar serviços mundiais?” e “Quais é que são as questões mais importantes que os serviços mundiais hoje enfrentam?”

Quando regressámos das nossas discussões em pequenos grupos, ficámos surpreendidos com as semelhanças nas nossas respostas. Concordámos de uma forma geral que, em termos das nossas discussões, os serviços mundiais são essencialmente um “sistema de comunicação, de coordenação, de informação, e de orientação”.

Ao respondermos a “O que é que significa administrar serviços mundiais?”, concordámos que:
 

• o WB, em vez de levar a cabo acções concretas, deverá providenciar uma coordenação geral, mantendo a visão de conjunto;

• o WB deverá providenciar orientação, direcção e apoio;

• o WB deverá delegar tarefas eficazmente, levando em conta a necessidade de se manter a responsabilização por essas tarefas;


WB deverá encorajar a consciencialização da irmandade e a sua participação, através de uma comunicação eficaz.
  Quanto às questões mais importantes que os serviços mundiais enfrentam, os pontos principais foram:

• Comunicação

• Desenvolvimento da Irmandade

• Confiança

• Encorajamento da diversidade cultural e linguística

• Relações públicas

• Promover entendimentos comuns de princípios de NA

• Estabilidade financeira

Verificámos que todos os pontos indicados faziam parte do Plano de Desenvolvimento da Irmandade, que foi apresentado à conferência em anos recentes. Concordámos, de uma forma geral, que a confiança resultará do nosso próprio trabalho, em vez de ser algo a considerar como item separado. Fomos então confrontados com a prioritização das dezassete áreas e/ou tarefas, que fizemos através de um sistema de classificação.

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A comunicação é a nossa
principal prioridade!!
O Conselho concordou, por consenso, que a comunicação, incluindo o Grupo Especial sobre Comunicação (“Communications Task Force”), seria a sua principal prioridade. Esta questão havia sido apresentada anteriormente à conferência como parte do Plano de Desenvolvimento da Irmandade, reconhecendo-se que é um dos principais problemas identificados pelo inventário dos serviços mundiais. Este problema não foi, todavia, adequadamente discutido pelo Grupo de Resolução, salvo quando decidiu que, reduzindo-se o tamanho da conferência e eliminando-se a duplicação de esforços, conseguir-se-ia uma maior clareza e, esperava-se, uma melhor comunicação. 

Foi reconhecido há algum tempo, tanto por funcionários dos escritórios como por servidores de confiança, que a comunicação constituía uma questão que tinha de ser discutida com a máxima prioridade. Para isso, o WSO desenvolveu uma proposta de formar o Grupo Especial sobre Comunicação, cujo propósito seria o de avaliar a comunicação dos serviços mundiais para a irmandade e vice-versa, a comunicação dentro dos próprios serviços mundiais, e por fim a comunicação dentro da irmandade como um todo. A proposta foi adoptada pelo anterior Conselho Directivo do WSO, e incluída no Plano de Desenvolvimento da Irmandade apresentado à conferência pelo Conselho de Custódios dos Serviços Mundiais e pelo próprio Conselho Directivo do WSO. O Conselho dos Serviços Mundiais, através da sua decisão de fazer da comunicação a sua principal prioridade, colocou esta questão no topo da sua lista. Ainda não estávamos preparados para identificar os membros que iriam levar a cabo esta tarefa, mas faremos isso na nossa reunião de Dezembro. Iremos continuar a relatar os desenvolvimentos nesta área.

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Encontro com o
Painel de Recursos Humanos
Sabíamos que os membros do Painel de Recursos Humanos (PRH) têm estado a discutir a melhor forma de levarem a cabo o trabalho que lhes foi dado, e que também eles estão envolvidos no desenvolvimento de algo inteiramente novo. Tal como nós, querem desenvolver um sistema que previna as necessidades a longo prazo da Irmandade. Tivemos uma reunião conjunta com eles e, depois de discutirmos a relação entre o PRH e o WB, o consenso foi de que, embora os dois órgãos permaneçam em comunicação, o conselho não se envolveria em nenhuma das questões do PRH.

Discutimos as preocupações do PRH, incluindo:
 

• Apoio a eleições – Sugerimos que pedissem a ajuda de antigos membros do Comité de Assuntos Internos (“Policy”) da Conferência Mundial de Serviços, no desenvolvimento de linhas orientadoras relativas a processos eleitorais.
• Co-facilitador da Conferência Mundial – Sugerimos que explorassem opções para dar apoio à conferência, no caso de ela o requisitar.


O Conselho e o PRH desenvolveram uma relação fácil e atenciosa durante esta reunião, e decidiram voltar a encontrar-se antes da WSC ’99.

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Co-facilitador da
Conferência Mundial de Serviços (WSC)
Foi pedida a opinião do conselho sobre o papel de co-facilitador da WSC, bem como sobre os passos a dar quanto à questão de só se ter elegido um membro para apoiar a conferência do próximo ano. Após alguma discussão, o conselho é da opinião de que o papel de co-facilitador foi claramente identificado na WSC ’98 – o de apoiar a reunião anual da WSC. O conselho decidiu também que, dado que a conferência identificou claramente que o papel de co-facilitador e o PRH estão separados do Conselho dos Serviços Mundiais, o WB irá preparar-se para dar à conferência o apoio que for julgado necessário.

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Relatórios, relatórios, e mais relatórios
Tal como se disse acima, recebemos uma variedade de relatórios de funcionários e/ou de grupos de trabalho, sobre as tarefas de rotina em curso. Vamos tentar, em poucas palavras, referir os pontos mais importantes desses relatórios. (Para uma listagem dos membros dos nossos vários grupos de trabalho, ver a caixa na página 4.) Embora tenhamos decidido estabelecer os nossos comités antes da WSC ’99, iremos continuar, entretanto, a usar grupos de trabalho para as nossas tarefas.

Grupo de trabalho de avaliação das traduções – Este grupo é responsável por interagir com o departamento de traduções do WSO e as subcomissões locais de traduções (LTCs). Prossegue o trabalho de apoio às traduções de literatura e de aprovação da produção de traduções. O WB decidiu manter este grupo de trabalho ao longo da WSC ’99.

Conselho Editorial da revista “NA Way” – Responsável pelo planeamento editorial da revista. Foram nomeados quatro membros do WB para servirem no conselho editorial até nova decisão. Antes desta reunião,  quem serviu nesta função foram os coordenadores dos dois conselhos anteriores e o Coordenador da WSC. Agradecemos a estes membros o seu serviço nos anos anteriores.

Grupo de trabalho do boletim “Reaching Out”  - Responsável pelo conteúdo editorial deste periódico destinado a subcomissões de H&I e ao adicto que se encontra em instituições. Este grupo de trabalho será mantido ao longo da WSC ’99, ou até o sistema de comités do conselho estar totalmente operacional.

WCNA-28 – Embora não haja nenhum grupo de trabalho específico dedicado a esta tarefa, há um membro do conselho a trabalhar com o WSO na discussão de questões relacionadas com a próxima convenção mundial de NA, que terá lugar em Cartagena, na Colômbia. Haverá um relatório completo sobre esta questão na reunião de Dezembro do conselho.

Dia de Unidade – Trata-se de uma outra tarefa sem um grupo de trabalho específico, mas houve o reconhecimento de que terá de continuar como tarefa do WB. Discutimos se deveremos ou não realizar um Dia de Unidade em conjunto com uma outra actividade qualquer em 1999, ou realizá-la como evento completamente separado. Embora haja méritos em qualquer das opções, decidimos pedir um parecer ao Comité Executivo.

Fórum de Desenvolvimento – Como resultado das sugestões recebidas na WSC ’98, foram efectuadas mudanças no Fórum de Desenvolvimento deste ano. Pela primeira vez, a elegibilidade foi alargada para incluir as regiões norte-americanas e canadianas e outras comunidades de NA. Os critérios para consideração são os de haver um comité de serviço estabelecido que sirva o país ou a região, e uma incapacidade para pagar a deslocação de um representante à WSC. O prazo para o vosso pedido e envio do formulário preenchido terminou a 25 de Dezembro. Se tiverem quaisquer questões ou precisarem de mais informações, pedimos que contactem o WSO. O WB nomeou quatro membros para este grupo de trabalho.

Desenvolvimento da Irmandade - O WB discutiu também a estratégia utilizada para determinar as viagens de Desenvolvimento da Irmandade - de momento as viagens de desenvolvimento rodam anualmente pelas zonas fora da América do Norte. Concentramo-nos nos fora zonais, pois constituem as melhores oportunidades para encontros com membros das várias comunidades na zona. As excepções são aquelas comunidades que têm uma necessidade importante para ser discutida. Dentro dos Estados Unidos, os nossos esforços visam geralmente responder a pedidos recebidos. Estes são tipicamente “workshops” ou fora zonais ou multi-regionais, mas também temos respondido a pedidos de apoio específico a regiões individuais.

Relações Públicas - Narcóticos Anónimos tem presentemente um estatuto de consultor dentro das Nações Unidas, como organização não-governamental. Este estatuto permite que seis membros sejam credenciados. O WB decidiu, por enquanto, manter o pessoal ligado a este projecto e decidirá mais tarde quais os membros do WB que deverão ser nomeados para esta área.

Orçamento Unificado - Há um grupo de trabalho composto por tesoureiros dos serviços mundiais, actuais e antigos, para desenvolver, em conjunto com o WSO, um plano para o Orçamento Unificado. Na nossa reunião de Dezembro, o conselho irá aprovar o orçamento do primeiro semestre de 1999, e depois na reunião de Março irá discutir o orçamento para 1999-2000. É este segundo orçamento que vai reflectir os projectos para esse ano da conferência.

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Grupos de trabalho novos 
e existentes:

Comité Executivo do WB:
Michael M, Mary Kay B, Susan C, Jon T

Avaliação das Traduções:
Susan C, Eddie E, Tata M

Conselho Editorial da “NA Way”: 
Jane N, Bella A, Craig R, Stephan L

Boletim “Reaching Out”: 
Craig R, David J

Orçamento Unificado: 
Susan C, Mary C-V, Bob McD

Fórum de Desenvolvimento:
Larry R, Mary Kay B, Claudio L, Cary S

Boletim “NAWS News”: Bella A, Stephan L

WCNA-28 (Convenção Mundial):
Cary S

Propostas a Discutir na WSC ’99:
Resolução A:
Jane N, David J

Comunicação: 
Bob J, Tony W, Bella A, Stephan L

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Custódia da Propriedade Intelectual da Irmandade (FIPT)
Esta foi a primeira vez em que nos reunimos como custódios do FIPT. Foi-nos feita uma descrição geral das responsabilidades envolvidas, e apresentado o relatório do WSO sobre as actividades diárias de administração da custódia.

Tivemos uma discussão sobre literatura de recuperação na Internet, e concordámos com os custódios anteriores em que, até haver uma maior clareza quanto aos direitos de propriedade intelectual e a Internet, não haverá qualquer literatura de recuperação afixada pelo WSO na Internet, nem deverá sê-lo por outros indivíduos ou comités de serviço. Também discutimos formas de informar a irmandade sobre estas questões, mas decidimos nada fazer até depois da nossa reunião de Dezembro, quando teremos uma discussão mais aprofundada sobre a nossa página “web” e a Internet.

Depois de sermos informados sobre novos artigos, como o livro “Os Milagres Acontecem”, os Guias Práticos dos Passos, e vários manuais e guias de serviço, as nossas discussões fixaram-se naquilo que constitui literatura de recuperação e literatura de serviço, em termos de FIPT. As discussões finais sobre o FIPT centraram-se em possíveis infracções à marca registada e na forma como os registos de marca são prioritizados noutros países.

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Os Escritórios Mundiais de Serviços
(WSO) e as auditorias
Uma das nossas responsabilidades mais importantes é a supervisão do vosso WSO. Recebemos um relatório da Administração Executiva sobre a actual situação financeira e agradou-nos constatar que os escritórios parecem estar a ir ao encontro, ou a exceder até, as previsões em termos do seu orçamento para 1998. A Administração Executiva fez-nos uma descrição geral de como verificar os relatórios financeiros que nos são enviados.

A nossa principal preocupação com os escritórios centrou--se nos níveis de pessoal. Muitos de nós estavam cá em 1997, quando o WSO teve de prescindir de algum pessoal a fim de equilibrar a tendência decrescente nas vendas. Manifestámos a esperança de podermos contratar mais funcionários, para não sobrecarregar mais o pessoal existente - na verdade, até, para se lhes poder retirar alguma da carga existente.

A discussão final neste ponto foi sobre o próximo aumento previsto de preços - o WSO prevê implementar um aumento de 5% em todos os produtos de três em três anos, sendo o próximo aumento em Janeiro de 1999. Discutimos os passos dados no ano findo para diminuir os níveis de descontos, e os seus efeitos sobre os escritórios regionais de serviços e o WSO. Deixámos a decisão final ao Comité Executivo, que desde então comunicou à irmandade que este aumento foi adiado para Janeiro de 2000.

Durante a nossa reunião, tivemos uma sessão de duas horas com um representante da empresa de auditoria independente, que nos apresentou as auditorias ao WSO em 1997 e à Corporação da Convenção Mundial em 1996 e 1997. Tivemos uma longa sessão de perguntas e respostas, durante a qual muitos de nós indagámos sobre as reservas apontadas em auditorias anteriores. Durante esta sessão, descobrimos que as duas reservas centravam-se no facto de o WSO ter tido de mudar de auditores em 1997, que por isso não estiveram fisicamente presentes para o inventário final de 1996. 

Além disso, sob o sistema existente, nem os escritórios nem a corporação da convenção seguiam um sistema de classificação funcional. (Um tal sistema exigiria que a contabilidade fosse baseada em funções e/ou projectos específicos, em vez de em responsabilidades gerais.) Verificámos, todavia, que os auditores tinham recebido toda a informação pedida e providenciado aos dois órgãos um relatório sem falhas, com a excepção acima referida. Eles estiveram presentes no inventário final de 1997, e nós começaremos a utilizar um sistema de contabilidade funcional para o orçamento unificado, assim atendendo a ambas as reservas. O auditor apresentou uma carta que explica essas reservas com mais detalhe. Esta carta está disponível na nossa página “web”, ou poderá ser pedida ao WSO.

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Pontos diversos 
No princípio da nossa reunião, discutimos o desenvolvimento de um código ético para o conselho. Ao mesmo tempo que concordámos que deveríamos defender os princípios de NA contidos nos nossos Passos, Tradições, e Conceitos, achávamos que tínhamos de olhar mais profundamente para esta questão. Pedimos aos escritórios que compilassem as várias regras básicas, os valores e outros elementos, que tínhamos reunido numa única lista e que iríamos discutir na nossa próxima reunião.

Uma das primeiras decisões que tomámos enquanto conselho foi adoptar os Doze Conceitos para o Serviço em NA como princípios orientadores.  Durante a nossa reunião, determinámos que era preciso dar continuidade a esta decisão, alcançando um consenso relativamente ao seu significado para nós, enquanto conselho. Para isso, cada membro concordou em pôr por escrito os pontos mais importantes e estudar as perguntas de cada capítulo da brochura dos Conceitos. Iremos usar as nossas notas como ponto focal da nossa discussão sobre os conceitos, na abertura das nossas próximas reuniões.

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Um agradecimento final do Conselho
Agradecemos a confiança que depositaram em nós. Este trabalho está a ser para nós um desafio, mas muito recompensador. O nível de energia durante a reunião foi elevado. A nossa ordem de trabalhos para Dezembro não parece menos assustadora, com os preparativos para o Relatório da Agenda da Conferência, com a discussão sobre o Grupo Especial sobre Comunicação (“Communications Task Force”), com a prioritização dos 16 outros itens, e com a continuação das discussões iniciadas nesta reunião.

Conseguimos cumprir a ordem de trabalhos durante os nossos três dias juntos, e a maioria de nós leva tarefas para completar, tal como esta questão do boletim “NAWS”. Mais uma vez esperamos que continuem a dar-nos as vossas opiniões e sugestões sobre os nossos relatos. Até lá, obrigado por nos deixarem servir, como vosso Conselho dos Serviços Mundiais. 

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